ADECA NEWS - ABRIL/2026

Redução da safra de trigo e dinâmica de preços no mercado brasileiro - 23/04/2026

A perspectiva de menor área plantada de trigo no Brasil reflete diretamente em seus preços de mercado. Segundo o Cepea, os preços do trigo em grão subiram no mercado brasileiro em março - movimento atrelado a fatores externos como valorizações internacionais e do dólar frente ao Real, além das estimativas para a próxima safra. O plantio nos principais estados produtores de trigo ⁠do Brasil está programado para começar neste mês, embora as semeaduras de trigo devam diminuir. A colheita geralmente começa em setembro no Brasil - o segundo maior produtor de trigo da América do Sul, mas um grande importador.

 

Conforme dados do Cepea, em março de 2026, o preço médio do trigo em grãos no Paraná foi de R$1.232,44/t, avanço de 5,4% frente a fevereiro, mas ainda 16,9% abaixo do registrado em março de 2025. No Rio Grande do Sul, a média foi de R$1.105,13/t, mas 19% inferior à registrada em março de 2025. Já em São Paulo, o preço médio atingiu R$1.331,64/t, o maior desde agosto de 2025, mas 15,9% abaixo do observado em março do ano anterior. Ademais, em Santa Catarina, a média foi de R$1.206,22/t, elevação de 5,2% frente a fevereiro e a maior desde outubro de 2025, mas, ainda assim, a queda na comparação anual é de 13,2%.

Redução da safra de trigo e dinâmica de preços no mercado brasileiro.jpg

Em observância da oferta nacional, a previsão para a safra brasileira de trigo em 2026 apresenta uma produção nacional estimada em 6,9 milhões de toneladas, volume 12,3% inferior ao da temporada de 2025. A produtividade média é prevista em 2,978 t/ha, com retração de 7,5%, enquanto a área cultivada está projetada em 2,318 milhões de hectares, redução de 5,2% em relação ao ciclo anterior, segundo o Cepea.

 

Já pelo lado da demanda, o consumo interno é estimado para recuar 0,8%, para 11,8 milhões de toneladas, enquanto as exportações podem crescer 3,9%, alcançando 2,037 milhões de toneladas. É importante observar que tal movimento de retração no consumo e na oferta internos não ocorrem de forma isolada. Consoante ao relatório de abril sobre as estimativas agrícolas de oferta e demanda do United States Department of Agriculture (USDA), a perspectiva global para o trigo em 2025/26 aponta para oferta maior, consumo menor, comércio ligeiramente menor e aumento dos estoques finais.

 

Nesse sentido, o USDA destaca uma oferta elevada em 1,5 milhão de toneladas, para 1.103,2 milhões, principalmente devido à maior  produção da União Europeia e da Rússia. O consumo global para 2025/26 foi reduzido em 4,7 milhões de toneladas, para 820,1 milhões, principalmente devido à redução do uso alimentar, de sementes e industrial na Índia. Além disso, o comércio mundial é 0,3 milhão de toneladas menor, totalizando 221,9 milhões, devido à redução das exportações da Ucrânia, Austrália e Brasil, que não foi totalmente compensada pelo aumento das exportações da Rússia e do Cazaquistão.

Fonte:

 

CENTRO DE ESTUDOS AVANÇADOS EM ECONOMIA APLICADA (CEPEA/ESALQ-USP). Revista/Boletim CEPEA. Piracicaba: CEPEA/ESALQ/USP. Disponível em: <https://cepea.org.br/upload/revista/pdf/0917052001775841129.pdf>. Acesso em: 16 abr. 2026.

 

CNN BRASIL. Brasil caminha para ter a menor safra de trigo em 5 anos. 13 mar. 2026. Disponível em: <https://www.cnnbrasil.com.br/agro/brasil-caminha-para-ter/>. Acesso em: 16 abr. 2026.


CNN BRASIL. Perspectiva de redução da safra sustenta preços do trigo no mercado interno. 23 abr. 2026. Disponível em: <https://www.cnnbrasil.com.br/agro/perspectiva-de-reducao-da-safra-sustenta-precos-do-trigo-no-mercado-interno/>. Acesso em: 16 abr. 2026.

 

SAFRAS & MERCADO. Brasil deve reduzir plantio de trigo em 15,5%, estima Safras & Mercado. 10 mar. 2026. Disponível em: <https://safras.com.br/brasil-deve-reduzir-plantio-de-trigo-em-155-estima-safras-mercado/>. Acesso em: 16 abr. 2026.

 

UNITED STATES DEPARTMENT OF AGRICULTURE (USDA), Economic Research Service. Wheat Sector at a Glance. Atualizado em: 6 mar. 2025. Disponível em: <https://www.ers.usda.gov/topics/crops/wheat/wheat-sector-at-a-glance>. Acesso em: 16 abr. 2026.

 

UNITED STATES DEPARTMENT OF AGRICULTURE (USDA). World Agricultural Supply and Demand Estimates (WASDE), abril de 2026. Washington, DC: World Agricultural Outlook Board, 9 abr. 2026. Disponível em: <https://www.usda.gov/oce/commodity/wasde/wasde0426.pdf>. Acesso em: 16 abr. 2026.

Brasil consolida liderança mundial na pecuária com exportação e produção recorde - 17/04/2026 

Brasil consolida liderança mundial na pecuária com exportação e produção recorde.jpg

O setor pecuário brasileiro encerra o mês de abril de 2026 com um desempenho histórico que redefine o mapa global da proteína animal e reforça a competitividade do agronegócio nacional. De acordo com o relatório de oferta e demanda mundial divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o Brasil assumiu oficialmente o posto de maior produtor mundial de carne bovina, superando os Estados Unidos em um momento de inversão de ciclos pecuários. A produção nacional para 2026 foi projetada em 12,37 milhões de toneladas equivalente-carcaça (TEC), o que representa uma revisão para cima de 5,7% em relação às estimativas anteriores do órgão, enquanto a produção norte-americana enfrenta uma retração estrutural estimada em 11,74 milhões de toneladas.

 

Este protagonismo produtivo é acompanhado por números recordes no comércio exterior, analisados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA) com base nos dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX). As exportações de carne bovina in natura no acumulado de abril apresentaram um crescimento de 11,9% na média diária de embarques em comparação ao mesmo período de 2025. 

Nesse sentido, a receita em dólar acompanhou o ritmo de crescimento, registrando um aumento de 29,14%, impulsionada pela valorização da proteína brasileira e pela abertura de novos mercados de alto valor agregado. Com esse desempenho, a participação brasileira no mercado global de exportações atingiu a marca de 24%, consolidando o país como o principal fornecedor para mercados estratégicos que sofrem com a baixa oferta de outros grandes players globais.

 

A eficiência técnica na terminação dos animais e o rigoroso status sanitário brasileiro permitiram não apenas o aumento do volume, mas a consolidação de uma rentabilidade sustentável mesmo diante da volatilidade dos preços internos do boi gordo. O resultado é uma pecuária que combina escala industrial com precisão técnica, posicionando o produtor brasileiro no centro das decisões do mercado internacional de commodities e garantindo a segurança alimentar em escala global neste fechamento de semestre.

Fonte:

 

CEPEA. Mercado de carne bovina: cenário de exportações e produção em abril de 2026. 25 de abril de 2026. Disponível em:  <https://www.cepea.esalq.usp.br/br/diarias-do-boi.aspx>.

 

GIRO DO BOI. Brasil deve liderar produção de carne bovina em 2026, aponta USDA. 17 de abril de 2026. Disponível em: <https://girodoboi.canalrural.com.br/pecuaria/exportacao-e-comercio-internacional/brasil-lidera-producao-de-carne-bovina-em-2026-aponta-usda/>. Acesso em: 29 abr. 2026.

Conheça a CRCHI: a fabricante chinesa que pretende ser a “BYD” das máquinas agrícolas - 30/04/2026

 

A China Railway Construction Heavy Industry Corporation (CRCHI), fabricante fundada em 2007 e tradicionalmente focada no desenvolvimento de sistemas de trânsito ferroviário e engenharia subterrânea, projeta agora uma expansão robusta no agronegócio brasileiro. A empresa, que ingressou no setor de maquinário agrícola há cerca de seis anos, esteve presente na última edição da feira Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), com o objetivo de apresentar a marca e buscar seu espaço de atuação no mercado nacional.

 

De acordo com Shuai Li, diretor de marketing da fabricante, o Brasil é, neste momento, a prioridade absoluta para as operações da CRCHI. Para competir em um setor expressivo e dominado por gigantes multinacionais como John Deere, AGCO e CNH Industrial, além das referências nacionais Jacto e Stara, a estratégia asiática foca-se na consolidação de uma presença física de suporte. O planejamento central envolve a construção de uma sólida rede de pós-venda e a instalação de uma área exclusiva para o fornecimento de peças de reposição no país.

 

Conheça a CRCHI: a fabricante chinesa que pretende ser a “BYD” das máquinas agrícolas.jpg

É justamente diante desse cenário competitivo que a empresa traça um ambicioso paralelo corporativo: tornar-se a "BYD" do segmento agrícola. A comparação, citada pelo próprio diretor de marketing da marca como uma inspiração, reflete o desejo da CRCHI de replicar o fenômeno de inserção de mercado protagonizado pela montadora compatriota. Assim como a BYD despontou no setor automotivo ao se inserir agressivamente em um espaço dominado por marcas tradicionais, a CRCHI pretende se estabelecer como uma nova força tecnológica frente às atuais líderes do maquinário agrícola, introduzindo soluções de um novo concorrente asiático de peso.

 

Apesar do elevado nível do agronegócio brasileiro, o executivo da marca avalia que ainda existe uma lacuna tecnológica (um "gap") que pode ser estrategicamente explorada por novos fabricantes. Consolidada globalmente como provedora de soluções em sistemas inteligentes e equipamentos customizados de alto padrão, a CRCHI pretende empregar essa expertise industrial para oferecer inovações que auxiliem a elevar o patamar tecnológico da agricultura no Brasil.

 

Como reflexo dessa nova fase, as operações comerciais da CRCHI já tiveram início em solo nacional. A companhia realizou o envio de uma colheitadeira de algodão e de uma unidade de beneficiamento direcionadas a uma empresa sediada no estado de Mato Grosso. Como projeção futura, a fabricante almeja não apenas promover sua marca e ampliar o volume de exportações para o país, mas também avalia a possibilidade de produzir sua tecnologia diretamente em território brasileiro.

Fonte:

 

FANTIN, Marcos. Empresa chinesa quer ser a ‘BYD’ das máquinas agrícolas. Globo Rural, Ribeirão Preto (SP), 30 abr. 2026. Disponível em: <https://globorural.globo.com/feiras/noticia/2026/04/empresa-chinesa-quer-ser-a-byd-das-maquinas-agricolas.ghtml>.

 

ITA-AITES. Prime Sponsors: CRCHI. ITA - International Tunnelling and Underground Space Association, Châtelaine, Suíça, 2026. Disponível em: <https://about.ita-aites.org/members/prime-sponsors/873-crchi>.

Modernização no campo: como a expansão do uso de drones está reconfigurando o agronegócio brasileiro - 20/04/2026

Modernização no campo: como a expansão do uso de drones está reconfigurando o agronegócio brasileiro.jpg

No mês de abril, consolidaram-se dados do Ministério da Agricultura que indicam uma expansão contínua no uso de drones no agronegócio brasileiro. De acordo com os dados apresentados, a frota desses equipamentos no país saltou de aproximadamente 3 mil unidades em 2021 para mais de 35 mil em 2025. Os registros apontam que a tecnologia apresenta um desempenho operacional até 1,9 vez superior em relação aos métodos convencionais de pulverização, segundo levantamentos da Embrapa. Entre os fatores práticos que justificam essa adoção, está a capacidade de acessar áreas de relevo irregular e a redução de perdas por amassamento nas lavouras (índices que chegavam a 7% na cultura da soja e 4,8% no arroz), já que o sobrevoo dispensa o trânsito de tratores e maquinários pesados diretamente sobre o plantio.

 

O aumento na utilização de aeronaves não tripuladas integra o avanço das práticas de agricultura de precisão. Esse sistema de gestão baseia-se no cruzamento de informações geradas por satélites, sensores e inteligência artificial para planejar e executar as atividades no campo. A ferramenta permite otimizar o uso de insumos agrícolas fundamentais, como água, fertilizantes e defensivos. 

Dessa forma, o princípio dessa abordagem é assegurar que a aplicação de produtos ocorra na quantidade, no momento e na localização exatos, o que resulta na redução dos custos operacionais das fazendas e na diminuição dos impactos ambientais da atividade agropecuária. Os desdobramentos dessa modernização do campo pautaram as exposições e os debates da 31ª Agrishow, evento de referência para o setor realizado neste mês de abril em Ribeirão Preto/SP.

 

Neste contexto, a feira evidenciou que a introdução de máquinas autônomas e sistemas guiados por dados está reconfigurando o perfil da mão de obra rural. Segundo as discussões levantadas no evento, a tecnologia exige uma transição de funções puramente operacionais para um trabalho mais analítico e qualificado. Com as máquinas executando o trabalho de campo, o produtor e seus funcionários passam a se concentrar no monitoramento de softwares, na leitura de relatórios em tempo real e na tomada de decisões gerenciais, estabelecendo uma nova dinâmica profissional no setor.

Fonte:

 

AGRISHOW DIGITAL. Agricultura de precisão: novos recursos ampliam a eficiência no campo e tornam o trabalho humano mais estratégico e qualificado. 29 de abril de 2026. Disponível em: <https://digital.agrishow.com.br/aagrishow/agricultura-de-precisao-novos-recursos-ampliam-a-eficiencia-no-campo-e-tornam-o-trabalho-humano-mais-estrategico-e-qualificado/> Acesso em: 29 abr. 2026.

 

 

JORNAL BERRANTE DO AGRO. Drones revolucionam a produção agrícola no Brasil. 20 de abril de 2026. Disponível em: <https://jornalberrantedoagro.com.br/ultimas-noticias/drones-revolucionam-a-producao-agricola-no-brasil/> Acesso em: 29 de abr. 2026.

Agro Paulista: emprego formal, escolaridade crescente e um setor que perde espaço relativo na economia estadual  - 15/04/2026

O agronegócio do estado de São Paulo empregou 4,34 milhões de pessoas em 2024, segundo levantamento inédito do Cepea/Esalq-USP em parceria com a Fiesp, divulgado em abril de 2026. Esse contingente representa 15,3% da população ocupada no agronegócio brasileiro e 17,2% da população ocupada no estado. Os números colocam São Paulo como protagonista absoluto do mercado de trabalho agrícola nacional, mas os dados escondem uma contradição importante: enquanto o setor cresce em números absolutos, perde participação relativa dentro da própria economia paulista.

 

O perfil dos trabalhadores revela um setor em transformação estrutural: 54,7% possuíam carteira assinada, 75,3% tinham ensino médio ou superior completo e 60,1% eram homens. A combinação entre elevada formalização e escolaridade acima da média histórica do campo indica que o agronegócio paulista deixou de ser sinônimo de trabalho informal e de baixa qualificação. Trata-se de uma mudança de grande relevância para a compreensão do setor: a modernização produtiva e a digitalização crescente têm puxado para cima o nível de instrução exigido, alterando o perfil de quem o campo demanda.

Agro Paulista: emprego formal, escolaridade crescente e um setor que perde espaço relativo na economia estadual.jpg

A análise por segmento expõe, no entanto, tendências divergentes. Os agrosserviços dominam o emprego no estado, respondendo por 51% do total, com 2,23 milhões de trabalhadores. A agroindústria emprega 1,1 milhão de pessoas, ou 25% das ocupações, a queda em relação aos 27% registrados em 2012. O segmento primário, que inclui a agropecuária direta, recuou de 19% para 15% das ocupações entre 2012 e 2024. Esse movimento revela uma terceirização crescente das atividades do agro: o peso se desloca do campo para os serviços e, em menor medida, para a indústria de insumos, cujo contingente quase dobrou no período.

 

Além disso, entre 2012 e 2024, a população ocupada no agronegócio paulista cresceu 4,6%, enquanto a população total do estado avançou 18,9% no mesmo período. Isso significa que o agronegócio criou empregos em ritmo quatro vezes menor do que o crescimento populacional do estado, perdendo espaço como empregador na economia paulista.

 

Portanto, o setor que sustenta quase um terço do PIB nacional emprega de forma cada vez mais qualificada e formal, mas não consegue acompanhar o ritmo de geração de postos de trabalho da economia como um todo, sinalizando que o ganho de produtividade do agro tem sido absorvido por tecnologia e eficiência, e não por expansão de mão de obra.

Fonte:

 

CNN. Em São Paulo 4,3 milhões de pessoas atuam na agropecuária. 15 de Abril de 2026.Disponível em:

<https://www.cnnbrasil.com.br/agro/em-sao-paulo-43-milhoes-de-pessoas-atuam-na-agropecuaria/>. Acesso em: 29 de abr. 2026.

A ascensão dos ativos ambientais e a bieconomia no Agrishow 2026 - 27/04/2026

A ascensão dos ativos ambientais e a bieconomia no Agrishow 2026 .jpg

 

 

O setor agropecuário brasileiro atravessa uma transição tecnológica onde a sustentabilidade deixa de ser um custo de conformidade para se consolidar como um ativo financeiro estratégico. Durante a Agrishow 2026, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apresentou avanços cruciais em metodologias de inventário de gases de efeito estufa (GEE), como os projetos CarbCafé e CarbCitrus.

 

Segundo a Embrapa (2026), essas ferramentas permitem que o produtor quantifique o sequestro de carbono do solo e da biomassa, comprovando que sistemas tropicais bem manejados podem sequestrar até 2,3 vezes mais carbono do que o emitido em sua operação. Essa base científica é o que sustenta a entrada definitiva do Brasil no mercado global de créditos de carbono, oferecendo segurança jurídica e técnica para investidores.

 

 

Paralelamente à descarbonização, a revolução dos bioinsumo, produtos desenvolvidos a partir de microrganismos para controle de pragas e nutrição vegetal, alcançou novos patamares de adoção. De acordo com informações divulgadas pela Agência SP (2026), essa tendência é impulsionada pela necessidade de reduzir a dependência de fertilizantes químicos importados e mitigar os efeitos das oscilações climáticas sobre a produtividade das lavouras. Para viabilizar a adoção dessas tecnologias em escala, o governo estadual destinou um montante de R$ 455 milhões, focando na modernização de laboratórios e no suporte à regularização ambiental por meio do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do Programa Agro Legal (AGÊNCIA SP, 2026).

 

Essa integração entre bioeconomia e agricultura digital, conforme demonstrado no evento, redefine o conceito de eficiência no campo. A utilização de plataformas como a AgroAPI permite o monitoramento remoto e em tempo real dos ativos ambientais, transformando a preservação da biodiversidade em um componente indissociável da margem de lucro e do fluxo de caixa das propriedades rurais contemporâneas.

Fonte:

 

AGÊNCIA SP. Agrishow 2026: Com o maior crédito rural da história, SP anuncia pacote de R$ 455 mi para o agro paulista. São Paulo, 28 abr. 2026. Disponível em: <https://www.agenciasp.sp.gov.br/agrishow-2026-com-o-maior-credito-rural-da-historia-sp-anuncia-pacote-de-r-455-mi-para-o-agro-paulista/> Acesso em: 29 abr. 2026.

 

EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Embrapa apresenta inovações em sustentabilidade, bioeconomia e agricultura digital na Agrishow 2026. Brasília, DF: Embrapa, 16 abr. 2026. Disponível em: <https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/115580721/embrapa-apresenta-inovacoes-em-sustentabilidade-bioeconomia-e-agricultura-digital-na-agrishow-2026> Acesso em: 29 abr. 2026.

Acompanhe nossas mídias sociais e mantenha-se informado dos principais acontecimentos do setor!